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21/11/2020

Faço jejum intermitente, mas não emagreço. Onde estou errando?

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Foto: Divulgação

Embora esteja em alta, essa estratégia frustra alguns praticantes que realizam o protocolo, mas não conseguem o efeito desejado

Uma das tradições humanas mais antigas, o jejum intermitente começou a ser estudado por conta da tradição muçulmana do Ramadã. Por 30 dias, é obrigatório manter o jejum do nascer ao pôr do sol.

 

Desde então, foram observadas melhorias significativas no organismo, como perfil lipídico, efeito cardioprotetor, melhoras na resposta à insulina e diminuição na massa de gordura. Justamente por isso, esse tipo de jejum se popularizou e passou a ser utilizado como uma forma de emagrecer e com benefícios comprovados pela ciência.

 

Embora esteja em alta, ele frustra alguns praticantes que realizam o protocolo, mas não conseguem o efeito desejado.

 

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Em geral, o jejum intermitente conta com um período de abstinência de duração variável. Só é permitido, nesse momento, consumir café, chás e água. O período menor que resta é a janela específica de tempo que o indivíduo tem para se alimentar.

 

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Muita gente, porém, acaba exagerando ao quebrar o jejum, extrapolando o consumo calórico ideal ao longo do dia. Após um longo tempo de privação de comida, o ideal é seguir uma orientação adequada, e ser prudente com os excessos. São eles os responsáveis por frustrar o objetivo final: emagrecimento.

 

Fonte: Metrópoles 

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